Estudantes da 7ª fase do curso de Psicologia do UNICESUSC realizaram, no dia 15 de junho, o Cine Debate “Sem Silêncio, Sem Estigma!”, uma atividade desenvolvida na disciplina Projetos V, sob orientação da professora Amanda Ferreira da Silva, em parceria com a Fiocruz, por meio do projeto Imprep.
O encontro teve como objetivo promover reflexões sobre HIV/Aids, diversidade LGBTQIAPN+, direitos humanos, arte e saúde mental, criando um espaço de escuta, aprendizado e troca de experiências.
A programação iniciou com a exibição do curta-metragem “Construindo Pontes”, idealizado por Letícia de Assis, jornalista, educadora, aRtivista, pesquisadora e presidenta do GAPA. O filme provocou reflexões sobre representatividade, resistência e a importância de construirmos uma sociedade mais acolhedora e inclusiva.
Após a exibição, ocorreu uma roda de conversa com convidados que atuam em diferentes frentes de promoção dos direitos humanos e da diversidade:
Letícia de Assis – jornalista, educadora, aRtivista e pesquisadora, compartilhou reflexões sobre os desafios ainda enfrentados pelas pessoas que vivem com HIV e a importância do combate ao estigma.
Laurinha de Souza Brelaz – mulher originária dos povos indígenas da Amazônia, artista, gestora pública e militante do movimento de luta contra a AIDS, trouxe importantes contribuições sobre diversidade cultural, direitos humanos, participação social e os desafios enfrentados por populações historicamente marginalizadas. Durante o evento, Laurinha também realizou a doação do livro “Estórias com HIV” para a biblioteca do UNICESUSC, ampliando o acesso à informação e à reflexão sobre o tema.
Arthur Gomes – ator, produtor cultural e intérprete da drag Suzaninha, debateu o papel da arte e da representatividade na criação de espaços de pertencimento, respeito e valorização das diferenças.
Thomas Dadam – produtor cultural, diretor audiovisual e idealizador do Festival Transforma, destacou a potência do cinema e das narrativas audiovisuais na desconstrução de preconceitos e na ampliação da visibilidade de grupos historicamente invisibilizados.
Ao longo da manhã, estudantes, convidados e comunidade acadêmica puderam dialogar sobre os impactos do preconceito, da desinformação e dos estigmas, reforçando a importância da educação, da cultura e da participação social na promoção da saúde e dos direitos humanos.
Agradecemos a presença de todas as pessoas que participaram deste momento tão significativo. Afinal, construir pontes é criar caminhos de escuta, acolhimento, respeito e transformação social.
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